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Trajetória

Sou jornalista formado pela UFRGS, especialista em Jornalismo Digital pela PUCRS e mestre em Comunicação pela UFRGS. Desde o início da minha carreira, busco caminhos que unam a escrita, a escuta e a curiosidade sobre o mundo. 

A cultura sempre foi o meu lugar de partida e de chegada. Em 2010, fundei o Nonada Jornalismo, projeto que nasceu da vontade de pensar o jornalismo cultural de forma crítica, humana e independente — e que, ao longo dos anos, se transformou em uma associação cultural da qual sou o diretor executivo.

Também tive experiências em rádio, apresentando programas na Ipanema FM, Rádio Estação Web e Minima.fm, e assinei as reportagens e textos da publicação RUA SETE, do Santander Cultural, projeto editorial que ajudei a idealizar. Fui ainda sócio-fundador da Agência Riobaldo, que atuou por dois anos com produção cultural e assessoria de imprensa. Já trabalhei tanto no jornalismo impresso quanto no digital, colaborando com veículos como Correio do Povo, Jornal do Comércio e Jornal Metro.

Meu trabalho se alimenta de temas que me atravessam: jornalismo cultural, direitos humanos na comunicação, história do jornalismo e escrita criativa. Gosto de pensar a escrita como um espaço de encontro — e é com essa ideia que, desde 2015, ministro oficinas e cursos sobre jornalismo cultural, jornalismo independente e escrita criativa de não ficção, em espaços culturais e universidades. Abaixo, compartilho um pouco dessa caminhada e alguns trabalhos que marcaram essa trajetória.

Pequena linha do tempo

2010 – Em setembro de 2010, fundei o Nonada Jornalismo ao lado de seis colegas. No mesmo ano, o projeto foi tema de um artigo de pesquisa do Itaú Cultural, dentro do programa Rumos Itaú Cultural, que reconheceu a proposta inovadora do Nonada na área da cultura. Ao longo dos anos, toda a equipe do Nonada mudou, mas eu continuei. 

2012 – Concluí minha graduação em Jornalismo pela UFRGS. Nesse mesmo ano, recebi o Prêmio Agente Jovem de Cultura, do Ministério da Cultura, reconhecimento à minha atuação como jovem agente transformador no campo cultural.

2015 – Fui um dos criadores do Curso de Jornalismo Alternativo, ligado ao Nonada Jornalismo, e lancei o Zine Travessias, publicação independente voltada a perfis jornalísticos. Foram publicadas duas edições, a segunda em 2016.

2016 – O Nonada entrou para o Mapa do Jornalismo Independente, da Agência Pública. Recebi Menção Honrosa no Prêmio Ari de Jornalismo, na categoria Reportagem Cultural, com a matéria Museu Estadual do Carvão completa 30 anos em compasso de abandono. Nesse ano também me tornei repórter e editor do Zine Rua Setembro, ligado ao Santander Cultural, projeto que ampliou minha produção autoral e me permitiu explorar novas linguagens. A publicação teve três edições.

2017 – Fui finalista do Prêmio Parceiros da Escrita, da Associação Gaúcha de Escritores (AGES), com o projeto Nonada.

2019 – Concluí o Mestrado em Comunicação pela UFRGS, aprofundando as reflexões sobre jornalismo cultural, memória e escrita. Minha pesquisa abordou a revista feita pela Coojornal, a primeira cooperativa de jornalistas do Brasil, que existiu durante a ditadura militar.

2020 – Fui selecionado nos editais Sesc Convida e Trajetórias em Literatura da Cidade de Porto Alegre, que reconheceram minha contribuição à cena literária e cultural da cidade. Nesse mesmo ano, comecei o podcast “Quando Chegou Carta, Abri”, dedicado à leitura e contextualização de cartas, que durou cerca de dois anos. Também passei a colaborar com o portal IJNet, voltado a jornalistas e comunicadores, onde escrevi mais de trinta matérias, todas podem ser lidas aqui.

 

2021 – Fui selecionado para o programa de Mentoria em Jornalismo Local da Fundación Gabo, onde apresentei o trabalho do Nonada a jornalistas de diversos países da América Latina, junto ao projeto Observatório de Censura na Arte. Dessa mentoria surgiu a ideia da newsletter Firmina. O Nonada também foi um dos selecionados na Lei Aldir Blanc, e eu atuei como editor da primeira revista impressa do Nonada, dedicada ao tema “viver de cultura”. No mesmo ano, o Nonada conquistou três Prêmios Ari de Jornalismo, incluindo Menção Honrosa em Reportagem Cultural, da qual participei como um dos autores.

2022 – Iniciei uma série de perfis jornalísticos de autores contemporâneos do Rio Grande do Sul, começando com o escritor Jeferson Tenório. A série segue até hoje, assim como a minha colaboração com o Jornal do Comércio. É possível ler todas as matérias que já publiquei, assim como os perfis nesse link.  Fiquei em terceiro lugar no Prêmio Sintergs, categoria impresso, com uma reportagem sobre a Biblioteca Pública do Estado. Coordenei o Projeto Movimenta, uma série de oito histórias em quadrinhos sobre educação midiática e o sistema eleitoral brasileiro, financiado pela Meta e pelo ICFJ.

2023 – O Nonada se tornou oficialmente uma organização sem fins lucrativos, além de veículo jornalístico. Passamos a investir cada vez mais em projetos que misturam jornalismo, cultura e comunicação. Fui um dos criadores e planejadores do Comunica, realizado em Campinas, onde também dei aulas de escrita e editei a segunda edição da revista impressa do Nonada. Nesse mesmo ano, lancei a newsletter Redemoinho, inicialmente focada em literatura contemporânea, que aos poucos passou a se transformar em um espaço mais amplo de reflexão.

 

2024 – No início do ano, o Nonada lançou a editoria de Clima e Cultura, além de uma revista impressa sobre o tema, que editei. Meses depois, uma grande enchente atingiu o Rio Grande do Sul, e o Nonada realizou uma cobertura com olhar interseccional entre cultura e meio ambiente. Recebemos uma bolsa do Pulitzer Center para produzir uma série de reportagens sobre racismo ambiental — escrevi uma delas, intitulada Alternativas para o futuro: jovens ativistas atuam na linha de frente da luta pela Justiça Climática.
Participei também do encontro SulxSouth, em Santos, representando o Nonada, e organizei um debate sobre jornalismo cultural na Feira do Livro de Porto Alegre.

2025 – O Nonada alugou sua primeira sede física, marco importante na nossa história. Lancei o conto “Brenda” em uma coletânea de contos e coordenei a pesquisa Mapeando a Cena Literária, financiada pela Lei Paulo Gustavo, que apresentei em diferentes eventos e painéis. Participei da organização do projeto Jornalistas pelo Clima, financiado pela Repórteres Sem Fronteiras, e da segunda edição do Comunica, em Porto Alegre, onde novamente atuei como organizador, professor e editor da publicação impressa produzida pelos participantes. Também fui editor da terceira edição da revista impressa do Nonada, desta vez dedicada ao campo literário. Em 2025, o Nonada completou 15 anos de existência e foi um dos selecionados para o primeiro fundo de jornalismo do Brasil. Além disso, coordenei o primeiro edital Arte-Jornalismo, uma colaboração entre o Nonada e o Goethe-Institut Porto Alegre.

Trabalhos selecionados

Selecionei alguns poucos trabalhos jornalísticos ao longo da minha trajetória, com o tempo, vou colocando mais

Reportagem --> "Para todo mundo ver" sobre acessibilidade no mundo da arte

Entrevista --> Esse homem é um crítico de cinema

Entrevista --> Candidatos ao governo do RS respondem perguntas sobre cultura

Reportagem --> Museu Estadual do Carvão em compasso de abandono

Perfis --> Zine Travessias aborda perfis sobre a temática da memória

Entrevista --> Bernardo Kucinski: “Se instituiu no jornalismo brasileiro uma ética da malandragem”

Entrevista --> José Falero e a literatura brasileira

Reportagem --> Pampa: bioma esquecido, especial para o Colabora

Podcast --> Largo Zumbi dos Palmares, história de resistência

Entrevista --> Jeferson Tenório analisa o setor cultura e literário do RS

Reportagem --> Como está o jornalismo cultural em tempos de pandemia?

Perfil --> Margarina bailarina respira, como vive um artista de rua

Resenha --> Filme A Nuvem Rosa reimagina processo pós apocalíptico

Reportagem --> O impacto da maior catástrofe socioambiental na cadeia do livro do RS

Reportagem --> Comunidades sub-representadas nas enchentes

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Porto Alegre, RS

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